
Integrantes da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) foram interceptados pela Polícia Federal (PF) durante as investigações e conversas mostram os vários imóveis alugados para colocar em prática um ataque contra o ex-juiz Sergio Moro.
Na conversa, Claudinei e um parceiro falam sobre um apartamento alugado por eles com documentos falsos no bairro Jardim Botânico, uma área nobre da capital paranaense.
– Os apartamentos no Paraná, que ‘nós perdeu’, a casa, coloca tudo no tabuleiro. Essa casa, agora, que ‘nós alugou’, agora. A chácara que você alugou. Os caras, teve os gastos. Aí tem o apartamento, é só somar, também. Aí tem a casa que o Fala vai ajudar também – diz Claudinei a um interlocutor.
A chácara citada também foi alugada pelos criminosos, eles combinaram diretamente com a proprietária e, a princípio, ficariam apenas 10 dias no imóvel.
A PF conseguiu encontrar prints de mensagens após a interceptação telemática e assim teve acesso ao esquema milionário que foi montado para atacar o ex-juiz e ex-ministro da Justiça.
Os criminosos tinham acesso a várias informações de Sergio Moro, incluindo o local de votação. O esquema custou quase R$ 3 milhões.
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