
Empresas que adotam tecnologias de inteligência artificial (IA) e automação de processos em segurança da informação economizam, em média, US$ 2,2 milhões em casos de violação de dados. O número, divulgado pelo relatório Cost of a Data Breach, da IBM, evidencia a urgência das organizações em proteger seus ativos digitais.
Na era digital, dados são bens estratégicos e protegê-los é um diferencial competitivo indispensável. Segundo o artigo Cibersegurança como um Diferencial Competitivo no Mercado Atual, investir em segurança da informação fortalece a marca, impulsiona a confiança do cliente e abre novas oportunidades de negócios. Já o artigo Como Resolver o Problema de Dados Inconsistentes nas Empresas, alerta que cadastros inconsistentes e sistemas que não se comunicam comprometem a eficiência e aumentam a exposição a riscos.
Além das ameaças externas, a falta de organização interna e a baixa qualidade da informação são obstáculos significativos. Para Guilherme Salatti, Diretor de Operações da Upper, consultoria Gold Partner da SAP há 18 anos, a chave está na estruturação da informação de forma estratégica e integrada.
“Não adianta apenas armazenar dados. É essencial garantir que eles estejam organizados, atualizados e seguros. Quando a empresa opera com uma base de dados única e confiável, os riscos diminuem e a capacidade de resposta aumenta”, afirma.
A segurança da informação também depende da integração entre os setores. Segundo Salatti, empresas que utilizam o SAP Business One, sistema de gestão da SAP, conseguem criar um ambiente mais seguro para as informações, além de otimizar processos e melhorar a tomada de decisões.
“A proteção dos dados não pode ser tratada como um extra. Hoje, é uma exigência básica para qualquer organização que queira crescer com sustentabilidade e responsabilidade”, completa.
Um estudo da University of Vaasa, reforça essa visão. Segundo a pesquisa, a combinação entre sistemas ERP e tecnologias de Business Intelligence (BI) melhora a capacidade das empresas de detectar vulnerabilidades, proteger informações críticas e atuar de forma proativa diante de riscos operacionais.
Para Sallati, investir em soluções integradas e em boas práticas de governança da informação tornou-se indispensável. “A tecnologia está disponível, a diferença está em como cada empresa escolhe proteger o que tem de mais valioso: seus dados”, finaliza.
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