
A quadrilha do bilhete premiado, desmantelada nesta semana pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), faz vítimas no Distrito Federal desde 2021. Com a divulgação de prisão dos integrantes e do modelo do golpe, outras pessoas que foram lesadas pela organização criminosa procuraram a 11ª Delegacia de Polícia (Núcleo Bandeirante) para denunciar os casos.
Ainda não foram revelados os detalhes do golpe, mas o modus operandi da quadrilha era sempre o mesmo. Por dias seguidos, o líder do bando, Alexandre Novaretti acompanha a vítima, garantindo a confiança e recebendo os repasses financeiros.
Além dessa vítima de 2021, outra de dezembro de 2024 também procurou a polícia para denunciar que identificou a quadrilha após a divulgação da operação. Os investigadores acreditam que outras pessoas também podem ter sido lesadas pelo grupo. Veja os envolvidos:
No golpe divulgado nessa terça-feira (8/4), quatro pessoas, entre 60 e 84 anos, foram vítimas do grupo, acumulando um prejuízo de R$ 3 milhões.
A operação apreendeu diversos carros de luxo que estavam sob o poder dos criminosos. Dois Porsches — boxster spider e macan— um Jaguar, um Ford fusion, um Hyundai Creta, uma Mercedes e Dodge Journey foram levados para o pátio da 11ª Delegacia de Polícia (Núcleo Bandeirante). Quatro pessoas foram presas, dois homens e duas mulheres.
Os automóveis serão leiloados, e o valor será usado para ressarcir as vítimas. A polícia também pediu o bloqueio das contas e deu início a outra investigação para identificar valores e outras possíveis vítimas. Os carros estavam em nomes de terceiros.
A operação apreendeu diversos carros de luxo que estavam sob o poder dos criminosos. Dois Porsches — boxster spider e macan— um Jaguar, um Ford fusion, um Hyundai Creta, uma Mercedes e Dodge Journey foram levados para o pátio da 11ª Delegacia de Polícia (Núcleo Bandeirante). Quatro pessoas foram presas, dois homens e duas mulheres.
Os automóveis serão leiloados, e o valor será usado para ressarcir as vítimas. A polícia também pediu o bloqueio das contas e deu início a outra investigação para identificar valores e outras possíveis vítimas. Os carros estavam em nomes de terceiros.
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