
A pouco mais de 60 dias para o primeiro turno, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), oficializa, na manhã deste domingo (2/8), sua candidatura à reeleição ao Palácio do Planalto durante a convenção nacional do PT, também em São Paulo. Aos 80 anos, o petista chega ao evento querendo consolidar seu legado e trajetória política.
Lula confirmará sua reeleição novamente ao lado do atual vice-presidente, Geraldo Alckmin (PSB). Até o momento, esta é a única chapa presidencial oficialmente formada por uma aliança entre partidos.
Para consolidar seus palanques regionais, o presidente faz um giro estratégico pelo Nordeste, antes de seguir para São Paulo. Na sexta (3/7), esteve no Ceará, na conversão estadual que oficializou a candidatura do governador Elmano de Freitas. Neste sábado(1/8), cumpre agenda em Salvador, para reforçar o palanque do governador Jerônimo Rodrigues.
A campanha de Lula, porém, chega a um momento delicado, com a recente polêmica envolvendo o filho do presidente, Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, que está sob inquérito do Supremo Tribunal Federal (STF) por suposto caso de tráfico de influência.
O caso se tornou munição para a oposição, que usa a polêmica para causar desgaste na campanha. A estratégia do PT em resposta, tem sido focada em demonstrar que não há qualquer parte do governo no ocorrido, e o próprio presidente afirmou em não pretende interferir nem mediar na atuação das autoridades caso um dos seus filhos seja investigado.
"Se o meu filho for acusado de qualquer coisa, ele será tratado como filho de qualquer pessoa. É o certo. Não haverá nenhum privilégio. Eu jamais pedirei para um delegado ou para um juiz não fazer as coisas corretas", frisou.
Reunião Reunião hoje deve definir se Cleitinho vai ser candidato ao governo
Academia Brasileira “O povo despreza o político”, diz membro da Academia Brasileira de Letras
Tarcísio Tarcísio é oficializado candidato e convenção busca projeção nacional Mín. 14° Máx. 25°


