O Correio confirmou a informação com fontes no Palácio do Planalto, acrescentando ainda que Lula não decidiu se participará do conselho. A reportagem entrou em contato para manifestações oficiais do Itamaraty e do Palácio do Planalto, mas até o momento não recebeu resposta. A matéria será atualizada em caso de novas explicações.
Desde o início do conflito em Gaza, o Brasil tem defendido publicamente um cessar-fogo imediato e a retomada das negociações diplomáticas, com base na solução de dois Estados. Lula, inclusive, já fez declarações críticas à condução da guerra e reforçou, em fóruns internacionais, a necessidade de proteção da população civil e do respeito ao direito humanitário internacional.
