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Índice de Confiança do Empresário Industrial sofre queda

Relatório afirma que houve uma queda da confiança em em parte da Indústria. O estudo aponta que dos 29 setores considerados, a confiança diminuiu e...

29/04/2024 às 14h17
Por: Robson Silva De Jesus Fonte: Agência Dino
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Segundo os dados apresentados no Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) de abril de 2024, houve uma queda da confiança em em parte da indústria. O estudo aponta que dos 29 setores considerados, a confiança diminuiu em 21 deles, com oito desses setores fazendo a transição de confiança para falta de confiança. No entanto, é importante notar no estudo que, apesar dessa queda, a maioria dos setores (18 no total) ainda se mantém confiante. O documento ainda aponta que os índices por porte de empresa também sofreram redução, especialmente para as pequenas empresas, que experimentaram uma transição moderada para falta de confiança.

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Conforme informado na publicação, o ICEI varia de 0 a 100 pontos, e valores acima de 50 pontos indicam confiança do empresário, enquanto valores abaixo de 50 pontos indicam falta de confiança. No caso dos resultados por setor, o relatório afirma que os setores menos confiantes incluem produtos de minerais não-metálicos, madeira e móveis, com índices abaixo de 50 pontos, enquanto setores como manutenção e reparação, biocombustíveis e farmoquímicos e farmacêuticos mostram níveis mais elevados de confiança.

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O estudo afirma que em relação à distribuição regional, houve uma queda nos índices de confiança nas regiões Norte e Sudeste, enquanto a região Nordeste apresentou uma alta moderada. Apesar das variações regionais, todos os índices por região permanecem acima dos 50 pontos, indicando, em geral, um nível de confiança mantido.

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José Antônio Valente, diretor da empresa de locação de máquinas Trans Obra, afirmou que a tendência relacionada com a análise por porte de empresa, sugere a necessidade de políticas e medidas específicas para apoiar esse segmento crucial da indústria. Por outro lado, é reconfortante ver setores como manutenção e reparação, biocombustíveis e farmoquímicos e farmacêuticos mostrando níveis mais elevados de confiança, indicando áreas de oportunidade e crescimento. “Olhando para o futuro, é crucial que o setor industrial trabalhe em conjunto com o governo e outras partes interessadas para abordar as causas subjacentes dessa queda de confiança e implementar medidas que promovam a estabilidade e o crescimento sustentável. Isso pode incluir investimentos em infraestrutura, políticas de apoio às pequenas empresas e iniciativas para impulsionar a inovação e a competitividade”.

Analisando a evolução do ICEI de março para abril de 2024, conforme publicado no estudo, observa-se que a confiança caiu na indústria da construção e na indústria de transformação, enquanto na indústria extrativa houve um aumento leve. A variação dos índices por porte de empresa e região geográfica mostra uma tendência de redução da confiança, embora ainda permaneça acima do limiar de 50 pontos na maioria dos casos. O estudo pode ser analisado na íntegra através do link informado no início da matéria.

José Antônio comentou que uma alternativa para os empresários do setor é o aluguel de máquinas e equipamentos como alternativa para compra direta dos mesmos. “Percebemos com o tempo que a locação de gerador de energia portátil contribuiu para redução de custos de aquisição e manutenção deste equipamento. Este exemplo nos fez perceber que pode ser melhor o aluguel do que a compra de máquinas e equipamentos, favorecendo as empresas, reduzindo custos de manutenção e contribuindo para boa confiança do empresário industrial”.