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JUSTIÇA Justiça

Justiça decide nesta terça se acusado de matar Noélia vai a júri popular

A partir das 14h, testemunhas de acusação e de defesa serão ouvidas sobre o assassinato da vendedora. Réu também deve depor

04/02/2020 08h41
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Por: DILMAN LIMA

A Justiça deve decidir, nesta terça-feira (4/2), se Almir Evaristo Ribeiro, 42 anos, acusado de matar a vendedora Noélia Oliveira Rodrigues, 38, em outubro do ano passado, vai ou não a júri popular.

A decisão será tomada após audiência de instrução e julgamento marcada para as 14h no Fórum de Águas Claras. Serão ouvidas testemunhas de acusação e de defesa. O caso é tratado como feminicídio, o 27º ocorrido no DF no ano passado (relembre o caso abaixo).

Almir era vizinho da vítima, no Sol Nascente, e está preso preventivamente desde o fim de outubro, quando foi denunciado por homicídio duplamente qualificado e por porte de arma de fogo pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT).

Família quer justiça

De acordo com o advogado que representa a família de Noélia, Geraldo Madureira, as testemunhas de acusação serão o marido dela e a gerente e uma vendedora da loja onde ela trabalhava, na Asa Norte. Também serão ouvidos o delegado responsável pelo inquérito, Ângelo Roncalli, e um agente policial. Segundo ele, a família está à "espera de justiça".

"A nossa esperança é que o réu seja condenado. As próprias provas da Polícia Civil são robustas, se não fossem, não teriam decretado a prisão preventiva e ele estaria solto. Esperamos que essas provas sejam suficientes para a condenação dele", afirmou o advogado.

No campo da defesa, a mulher do réu, o filho e uma terceira pessoa, cuja proximidade não foi revelada, serão ouvidos. O próprio acusado também deve depor, após todas as testemunhas. A decisão do juiz deve ser anunciada no fim da sessão.

Relembre o caso

A vendedora Noélia Rodrigues de Oliveira desapareceu em 17 de outubro e foi encontrada morta no dia seguinte, na Colônia Agrícola 26 de Setembro. O corpo dela apresentava uma marca de tiro no rosto e sinais de luta corporal.

Em 24 de outubro, a Polícia Civil prendeu Almir Evaristo Ribeiro e o apontou como suspeito do crime. Ele era vizinho da vítima e nega ter cometido o assassinato. Em 8 de novembro, a Polícia Civil concluiu o inquérito, e a prisão de Almir, que era temporária, foi convertida em preventiva.

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