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PDAD Ampliada é apresentada aos administradores regionais

Objetivo é que os gestores ajudem a divulgar o estudo e incentivem a população a receberem os pesquisadores do Instituto de Pesquisa e Estatística ...

10/10/2023 às 20h20
Por: Robson Silva De Jesus Fonte: Agência Brasília
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Agência Brasília
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O Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF) apresentou, nesta terça-feira (10) o novo formato da Pesquisa Distrital por Amostra de Domicílios Ampliada (PDAD-A) para os administradores regionais do DF. O objetivo do encontro foi disseminar informações e transformar os titulares das regiões em incentivadores do levantamento nas cidades.

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“Este trabalho permitirá aos administradores terem um retrato da cidade e, assim, melhorar ainda mais os serviços prestados à população. Dada a amplitude dessa pesquisa, que envolve 25 mil domicílios, requer a colaboração de vários órgãos do governo em um esforço conjunto para alcançar os resultados esperados. Os próprios agentes do governo também se beneficiarão com a pesquisa”, destaca o presidente do IPEDF, Manoel Clementino Barros.

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Dea Fioravante: “Saber as necessidades de cada região nos permitirá fazer um mapeamento completo do DF” | Fotos: Paulo H. Carvalho/ Agência Brasília
Dea Fioravante: “Saber as necessidades de cada região nos permitirá fazer um mapeamento completo do DF” | Fotos: Paulo H. Carvalho/ Agência Brasília

As informações que serão coletadas são fundamentais para que o GDF possa identificar as necessidades da população e direcionar políticas públicas para atendê-las. Isso ajuda a melhorar a qualidade de vida dos moradores, o acesso a serviços essenciais e o desenvolvimento sustentável da região.

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“Saber as necessidades de cada região nos permitirá fazer um mapeamento completo do DF, por exemplo, se aquela cidade precisa de mais uma UPA, ou de mais escolas, o perfil social da população, a população flutuante, o comércio, o PIB das RAs. Sem a PDAD, não conseguimos projetar esse retrato detalhado de cada região”, completa Dea Fioravante, diretora de Estatística e Pesquisa Socioeconômica do IPEDF.

Dilson Resende: “Com a PDAD, poderemos confirmar as informações do Censo e trabalharemos na divulgação e conscientização das pessoas para que tenhamos um levantamento mais próximo da realidade”
Dilson Resende: “Com a PDAD, poderemos confirmar as informações do Censo e trabalharemos na divulgação e conscientização das pessoas para que tenhamos um levantamento mais próximo da realidade”

Dilson Resende, administrador regional de Ceilândia, a cidade mais populosa do DF, destaca a importância do estudo para a gestão pública nas RAs. “Ela nos fornecerá informações específicas sobre a nossa cidade, tanto sociais quanto econômicas, informações que precisamos para subsidiar o nosso dia a dia e gestão, como os dados da população mais jovem ou mais velha, pois temos observado um aumento na demanda por acessibilidade. Com a PDAD, poderemos confirmar as informações do Censo e trabalharemos na divulgação e conscientização das pessoas para que tenhamos um levantamento mais próximo da realidade”, diz.

O IPEDF também tem se reunido com outras entidades de pesquisa, como o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que elaborou recentemente o Censo no DF, e órgãos do GDF.

PDAD Ampliada

A PDAD é a pesquisa regional domiciliar mais importante do DF, executada a cada dois anos, conforme o Decreto nº 39.403 de 26 de outubro de 2018. Neste ano, o IPEDF inova com a PDAD Ampliada, que combina as Pesquisas Distritais por Amostra de Domicílios Urbanos e Rurais (PDAD e PDAD Rural) com a Pesquisa Metropolitana por Amostra de Domicílios (PMAD), resultando em um conjunto de dados mais abrangente.

A partir de novembro, os agentes de coleta visitarão residências no DF e no Entorno para coletar informações sobre a população e a infraestrutura das 35 regiões administrativas da capital e dos 12 municípios goianos que fazem parte da Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal (Ride). Serão necessários de quatro a seis meses de trabalho de campo para mapear o perfil socioeconômico que será publicado na PDAD-A. A meta é visitar 25 mil domicílios, gerando informações para representar um universo de 75 mil residências.

“Se as pessoas não respondem ou respondem com inverdades a gente tem um retrato errado da sociedade e as necessidades da população não serão sanados, pois não estamos captando essas informações em uma base de dados. Uma gestão pública eficiente passa por uma análise de dados e coletando os dados corretos para entendermos a necessidade”, conta Fioravante.