
A Casa da Mulher Brasileira (CMB), situada em Ceilândia, inaugurou as atividades do Outubro Rosa nesta terça-feira (3) com um evento marcante organizado pela Secretaria da Mulher (SMDF). A iniciativa, que misturou emoção, conscientização e esperança, contou com uma apresentação teatral impactante da ONG Sara Mulher, dedicada a oferecer suporte e assistência às mulheres enfrentando o câncer de mama, evidenciando que a vida continua além do tratamento.

O evento não se limitou a informar sobre a importância da prevenção e detecção precoce, mas também ressaltou o apoio crucial às mulheres enfrentando a doença. A encenação abordou não apenas os desafios físicos e emocionais enfrentados durante o tratamento, mas também enfatizou a importância de seguir em frente com alegria de viver a vida após o diagnóstico.
“A mensagem central foi de esperança, resiliência e a afirmação de que o câncer não define o fim, mas sim um novo começo. A Casa da Mulher tem o poder de abraçar o público feminino em todas as suas necessidades”, destacou a secretária da Mulher, Giselle Ferreira. Ao longo de todo o mês de outubro, a CMB terá ações voltadas para a conscientização da comunidade sobre o câncer de mama e a importância do diagnóstico precoce.
Maria Antônia Neta, presidente da ONG Sara Mulher, ressaltou a importância da rede de apoio criada para o enfrentamento à doença. “Por meio da peça teatral, buscamos conscientizar sobre a importância da prevenção da doença, destacando que o diagnóstico não deve ser encarado como uma sentença de morte. Além disso, desempenhamos um papel fundamental como rede de apoio. Um exemplo é a nossa iniciativa de oferecer suporte psicológico, reconhecendo a vulnerabilidade emocional que as mulheres enfrentam ao longo de todo o processo de cura”, disse.

Profissionais da saúde estiveram presentes, dedicando seu tempo para esclarecer dúvidas e fornecer orientações essenciais sobre exames preventivos. A importância dessas informações foi destacada por Rosângela Dias, que aproveitou seu dia de folga como Mãe Social – profissionais da maternagem – em um abrigo para participar das palestras na CMB.
“É excelente ter uma oportunidade como essa. É aqui que conseguimos nos manter informadas e podemos abraçar a causa. Aqui nos tornamos mais mulher, porque podemos não apenas nos ajudar, mas ajudar outras”, compartilhou Rosângela.
*Com informações da SMDF
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