A coordenadora do núcleo econômico da campanha de Flávio Bolsonaro, Daniella Marques, afirmou nesta segunda-feira (19/10) que o programa Bolsa Família terá um período de transição de dois anos caso o candidato seja eleito. Após esse prazo, os beneficiários seriam desligados do programa.
Em entrevista à CBN Bahia, Marques disse que a proposta prevê um intervalo para que os beneficiários possam abrir um negócio próprio ou aceitar um emprego com carteira assinada.
“Vai ter regra de transição de dois anos para que possa abrir seu negócio, ou aceitar emprego de carteira assinada. Todo mundo merece sonhar com algo com mais oportunidade, dignidade”, declarou.
Segundo ela, haveria a possibilidade de retorno automático ao programa caso a tentativa de inserção no mercado de trabalho não dê certo.