As declarações ocorrem após o jornal O Estado de S. Paulo noticiar, nesta segunda-feira (19/1), que o ministro da Fazenda teria comunicado ao GDF a necessidade do aporte no valor de R$ 4 bilhões diante de “insuficiência patrimonial”, sob pena de intervenção.
A Polícia Federal investiga suposta fraude de R$ 12 bilhões em venda de carteiras de crédito pelo Banco Master ao BRB. Os negócios entre as instituições também são apurados pelo Banco Central e por auditoria independente contratada pelo BRB.
“Plano de capital”
Em nota divulgada na semana passada, o BRB informou que tem plano de capital pronto caso seja confirmado prejuízo na compra de carteiras do Banco Master. Segundo a instituição, entre as opções está o aporte direto do acionista controlador, o GDF, que “já sinalizou com essa possibilidade”. Os valores, porém, não foram informados.
Em nota, o BRB disse que “permanece sólido, operando normalmente e assegurando todos os serviços financeiros, incluindo crédito, investimentos e atendimento em canais digitais e presenciais”.